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Estudante de psicologia de Paramirim faz uso de popularidade na internet para falar sobre saúde mental


Eduarda Silva tem 20 anos e é natural de Paramirim, no sudoeste baiano, e está no 4º período do curso de psicologia. Assim como a maioria das jovens de sua geração, as redes sociais fazem parte de seu cotidiano. E a moça faz sucesso na internet. Só em seu perfil no Instagram, Eduarda já soma mais de 33 mil seguidores ou 33K, como também é quantificado. E a estudante divide sua rotina entre atividades acadêmicas, leitura de livros extracurriculares, a prática de exercícios físicos, além de filmes e séries. E tudo isso é divido com seus seguidores. Eduarda também realiza trabalhos como modelo fotográfica. Até aí, parece se tratar de um típico perfil que é conhecido nas redes como “blogueirinha” ou ainda digital influencer. Mas o que chamou atenção desta reportagem foi o fato de Eduarda usar a sua popularidade para poder falar sobre saúde mental com seus seguidores. Em seus stories, a jovem chama a atenção para temas como ansiedade, depressão e até mesmo ego. Por conta disso, nós entramos em contato com a universitária que nos contou sobre suas motivações para falar de temas que não são tão descontraídos como comentar uma série nos stories ou postar uma foto em um dia ensolarado. Eduarda conta que tudo se trata de uma mudança de mentalidade em que ela mesma denomina de evolução. “Quando eu comecei a buscar a evoluir, eu compartilhava frases e textos sobre a vida em geral. Na minha percepção, a evolução é um dos setores para a saúde mental, pois permite que nos conheçamos melhor e assim possamos respeitar cada fase que a gente vive. E por externar sobre saúde mental nos meus stories, consequentemente, as pessoas me agradeciam pelas frases motivacionais e afirmavam que era exatamente aquilo que elas precisavam ouvir no momento”, disse.

Foto: Reprodução | @eduardaps_
Foto: Reprodução | @eduardaps_
Em relação à discussão sobre a toxicidade das redes, Eduarda aconselha que as pessoas não devem ficar se comparando com outras e garante que a vida é bem além do que é revelada nas redes sociais. “Eu não sou perfeita. E nem quero passar a ideia de perfeição. Você não pode se comparar com pessoas que se formam cedo, com corpos esculturais que são exibidos na internet, enfim. Temos que enxergar no outro uma fonte de inspiração para buscarmos ser a melhor versão de nós mesmos”, aconselhou. Eduarda também não se furtou e falou de como está lidando com o período da pandemia e com as restrições que ela impõe. “Confesso que não só eu, mas pessoas próximo a mim tiveram momentos de desequilíbrio emocional, o que é normal por conta de tudo que estamos vivendo. Mas eu estou tentando ocupar minha mente com coisas boas. Leio bons livros, assisto séries e estou conversando mais com meus amigos, principalmente por chamada de vídeo. Busquei também ficar um pouco mais sozinha para silenciar a minha mente. É claro que eu acompanho as notícias sobre a pandemia, mas evito o bombardeio de informações. Agora, estou apreciando mais o simples; o que antes era ignorado, mas a pandemia veio nos mostrar isso”, descreveu. Para finalizar, Eduarda afirma que a autenticidade é sempre o melhor caminho. “O melhor conselho é do seja você mesmo. Você não pode perder a oportunidade de dar o seu melhor para o mundo. Cada detalhe te faz ser único. Inúmeras pessoas poderão se inspirar em você assim como aquele outro te inspira. A autenticidade é chave para se alcançar a liberdade e o amor próprio. Você passa a viver a vida de forma mais leve”. (Fonte: Sudoeste Bahia)



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