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‘Serial killer do DF’, natural de Barra do Mendes-BA, sacrificou vítima em ritual satânico e é apontado pelo pai como ‘um monstro’

Os investigadores da Polícia Civil do Distrito Federal apuram indícios macabros que envolvem o assassinato de Cloenice Marques de Andrade, de 43 anos, no Distrito Federal, vítima do ‘serial killer do Distrito Federal’, Lázaro Barbosa Souza, 33 anos, natural de Barra do Mendes, na Chapada Diamantina. Ele também é responsável por matar o marido e dois filhos da mulher, que teria sido morta em um ritual satânico.

Conforme informações, a vítima teve mechas de cabelo cortadas e uma orelha arrancada às margens do córrego próximo ao Incra 9, Ceilândia, local do crime. Perto de um riacho, as equipes também localizaram objetos que supostamente foram utilizados na cerimônia. Os itens foram distribuídos em dois acampamentos montados por ele durante a fuga, que já duram oito dias. A caçada pelo baiano mobiliza a polícia do Distrito Federal, após a chacina de uma família em Ceilândia no último dia 9 de junho.

Os policiais também realizaram buscas no imóvel em que a mãe de Lázaro morava e encontraram altares e tigelas de barro com dinheiro e cachaça. No local, também haviam desenhos de pentagramas e uma cruz invertida. De acordo com a Polícia Militar de Goiás, o homem afirma estar possuído por um espírito e que “vai levar o tanto de gente que puder”.

‘Monstro’, diz pai de Lázaro Barbosa

O pai de Lázaro Barbosa, o aposentado Edenaldo Barbosa, 57 anos, disse que considera o filho um “monstro”, em entrevista ao Correio Braziliense. Edenaldo se casou com a mãe de Lázaro, Eva Maria Sousa, quando tinha apenas 17 anos, no município de Barra do Mendes.

De acordo com ele, o relacionamento dos dois foi marcado por brigas, agressões e acusações de traição de ambas as partes. Na separação, os filhos ainda eram crianças. O irmão mais novo de Lázaro também era envolvido com o crime e morreu há cinco anos durante um acerto de contas em Goiás. Ele também teria se envolvido em roubos e homicídios.

Em relação ao filho Lázaro, o pai se se refere como monstro e diz ter vergonha da repercussão dos fatos. “Esse monstro, eu registrei, mas quando as pessoas falam ‘o seu filho’, aquilo me estremece todo. Não dá vontade nem de ficar mais na Terra. Eu estou arrasado. Se eu vê-lo por aí, eu nem conheço mais”, pontua. Jornal da Chapada com informações de Bahia Notícias, Metrópoles, Correio Braziliense e Correio 24 horas.

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