Cabeçalho ADS

Anuncie Conosco

INFORME PUBLICITÁRIO

Anuncie Conosco

Anuncie Conosco

Anuncie Conosco

Anuncie Conosco




Vídeo: Economista itabunense explica por quê a “Mandala” é um golpe de pirâmide financeira.



Em tempos de crise, pessoas tem buscado saídas para driblar os problemas financeiros. E nessa hora que golpistas vêem uma oportunidade de arrancar dinheiro destas pessoas menos esclarecidas.

Nas imagens acima, o empresário itabunense Paulo Henrico Santos, ligado ao segmento bancário e ao setor cacaueiro, a pedido do site “Verdinho Itabuna”, explica por quê a “Mandala”, novo esquema de renda extra, é na verdade um golpe conhecido como pirâmide financeira.

Ele explica que para fechar um “ciclo”, é necessária uma quantidade mínima de pessoas serem convidadas e entrarem no negócio. Sem essa meta, o “investidor” fica sem o retorno do investimento. Trata-se de um sistema, por meio de grupos no WhatsApp, que promete um ganho de ao menos R$ 800 mediante o investimento de R$ 100. O dinheiro é depositado diretamente na conta bancária pessoal e cada participante é responsável por convidar novas pessoas. Não existem produtos sendo comercializados. Sabe-se que a “Mandala” surgiu no Acre e rapidamente se alastrou pelo país. Incluindo em Vitória da Conquista, onde já existem grupos utilizando as redes sociais para fazer com que mais pessoas percam dinheiro, com a promessa do ganho fácil. Portanto, é melhor ficar atento e se afastar dessas pessoas.

Ministério Público crê que se trata de pirâmide
O sistema é dividido em quatro grupos – fogo, ar, terra e água. Ao aderir, o usuário investe os R$ 100 e precisa convidar mais duas pessoas para que também invistam. Depois de completar a quantidade necessária de participantes, recebe de cada um o valor também de R$ 100. O problema é que, segundo o promotor Marco Aurélio Ribeiro, da Promotoria de Defesa do Consumidor, do Ministério Público do Acre (MP-AC), a organização da Mandala possui indícios de pirâmide financeira, uma vez que os últimos participantes acabam custeando os lucros de quem aderiu antes. “Tem características de uma pirâmide financeira. Basta uma pessoa com a mínima noção sobre o sistema para ver que é impossível você dar R$ 100 e receber R$ 700 a mais no mínimo. Alguém está pagando esse dinheiro por você. Quem vai entrando depois vai sustentando a rede de recurso”, acrescenta.

O economista Rubicleis Gomes, professor da Universidade Federal do Acre (Ufac), explica que uma pirâmide financeira torna-se rentável apenas às pessoas que entraram no início. “Cada indivíduo vai contribuindo para quem está acima, de forma que, se alguém não fizer o depósito, o sistema se quebra. O problema é que muita gente vai depositar e não vai ganhar”, diz. Gomes salienta que esse tipo de negócio, que não é novo no país, normalmente tem vida curta. “Não é novo, só muda de figura e todos têm o mesmo princípio. Dependendo do sistema, em meses acaba caindo. Tanto quem ganha e quem perde comete crime contra a economia popular”, finaliza. (Via Blog do Marcelo)

Vídeos abaixo:
Tecnologia do Blogger.